quinta-feira, junho 23, 2005

Não só a possibilidade objetiva: também a capacidade subjetiva para a felicidade só se dá na liberdade

Adorno

segunda-feira, junho 20, 2005

Não foi desta vez que fui habilitada a matar pessoas nos cruzamentos da vida.

Eis que estou lendo umas notícias no site da BBC Brasil e descubro que o Tom Cruise vai casar com a Joey, de Dawnson´s creek. Este mundo é muito esquisito e fútil. Duas palavras: Nicole Kidman...

domingo, junho 19, 2005

Sair ou não sair do buraco? Eis a questão,

A tristeza é senhora
Desde que o samba é samba é assim
A lágrima clara sobre a pele escura
A noite à chuva que cai lá fora
Solidão apavora
Tudo demorando em ser tão ruim
Mas alguma coisa acontece no quando agora em mim
Cantando eu mando a tristeza embora.



Covardia...

segunda-feira, junho 13, 2005

Afterhours


If you close the door, the night could last forever
Keep the sunshine out and say hello to never

'Cause if you close the door, I'd never have to see the day again.
I'd never have to see the day again.
(once more)
I'd never have to see the day again.


Que fique claro que eu deixei a parte:
"All the people are dancing and they're havin such fun
I wish it could happen to me"

O que quer dizer que as coisas não estão tão ruins assim, embora eu seja um pouco covarde e esteja evitando encarar a semana pela frente.

(juro que este é um post otimista)

sexta-feira, junho 10, 2005

Não estou muito feliz (ia dizer que estava infeliz, mas não é bem o caso). Tenho crises toscas de auto-estima. Muitas bem toscas. Uma até relacionada a quantidade de scraps que eu tenho no orkut. Tentando não me sentir muito patética no meio disso tudo. Tentando achar que é só mais uma das fases de isolamento. É sexta feira a noite. Tentando aguentar a faculdade e a montanha de imbecís. Queria fazer novos amigos. Queria querer fazer novos amigos. Queria novidades, novos estimulos. Queria ter disposição para novidade e novos estímulos. Queria me aproximar mais dos meus amigos. Queria querer me aproximar mais dos meus amigos. Queria voltar a ser fria e satisfeita com meu isolamento. Queria me sentir importante. Ou pelo menos ser 100% bacana no orkut.
Mamãe, olha como eu sofro. De novo.

quarta-feira, junho 08, 2005

Meu tio tem um fotolog.
Ele tem uns 55 anos e é professor de Física.
O mundo está perdido, embora as fotos sejam bacanas.

http://pinhole.nafoto.net
Desde a minha pré-adolescência, sempre que eu estava triste/angustiada/melancólica/brava/puta da vida/rancorosa/vingativa, eu escrevia um bilhete de suicídio. Não que eu pensasse seriamente no assunto (embora às vezes pensasse), mas era uma boa maneira de desabafar e me controlar.
Não lembro mais quando foi o meu último, provavelmente no segundo ano do colegial, contendo lamúrias e algum clichê do tipo: nada é clichê quando acontece com você.
Estava ouvindo o novo (nem tão novo) CD do Biônica e tem uma música que reflete bem meu estado de espírito em alguns dos meus bilhetes, principalmente os mais antigos.


Vou me matar
E vou deixar escrito
Que a culpa é sua

Vou me matar
E vou deixar escrito
Que a culpa é sua

Vou além,
Vou concentrar minhas energias
Para que você esteja grávida de mim


(letra escrita de ouvido com as estrofes estruturadas como o meu nariz)