domingo, abril 27, 2003

QUE PORRA DE VIDA É ESSA??????

(só mais um daqueles dias completamente dispensáveis com final que fode tudo)

Meu namorado ideal:
- Gosta de cerveja
- É Calado
- Inteligente
- Tão ou mais imaturo que eu
- Nunca namorou (e nem quer muito namorar)
- Sofre muito
- É meu mito
- Não acredita em amor
- É sarcástico
- Me cobre de porrada.

O mais legal das escolhas é que há sempre grandes chances de você se tornar um canalha.

Estou causando e não vou postar isso. Mentira eu vou sim pq sou tosca. Oh céus! Eu sou a mocinha do Adaptação sem a parte de cheirar orquídeas.
Eu devia me levar mais a sério. E eu devia me levar menos a sério...

Que fim levou?

Nem meus devaneios prestam. Eu não presto.
Quero voltar a ter um amor platônico.

Ouvindo Biônica.
(será que o ramone casa comigo?)

quinta-feira, abril 17, 2003

Estou passando por mudanças. Até ai, nada de novo, eu me alimento das mudanças (que podem incluir pessoas ou não). O problema é que eu não consigo entender e definir o que está acontrecendo. Não sei dar um nome para colocar no meu calendário. Meu pensamento é estupidamente linear, esquemático e sistemático e estou quebrando a cabeça pra resolver logo de uma vez esta fase. Talvez algumas coisas (pessoas) estejam atrapalhando. Preciso me livrar delas!

Não levem a sério demais, estou na informática da escola.
Agora vou retomar o Super Angelo.

sábado, abril 12, 2003

Eu já postei isto antes, mas não deram muita importância na época...
Vamos então colocar de novo...

"- Odiava-me. E parecia, quase embalado pela conversa delas – Cláudia sussurrando sobre mortes, velocidade e destreza vampirescas, Madeleine inclinada sobre a costura – parecia então que era esta minha única emoção: ódio. Amava-as. Odiava-as. Não me importo se estão ali. Cláudia colocou as mãos em minha cabeça como se quisesse me contar, com a antiga intimidade, que seu coração estava em paz. Não me importo. – E havia a aparição de Armand, aquele poder, aquela dolorosa clareza. Por trás de um vidro, parece. E pegando a mão brincalhona de Cláudia, compreendo pela primeira vez na vida o que sente quando me perdoa por eu ser alguém que ela diz odiar e amar: ela não sente quase nada"

Céus!
Como fiquei tão mal-humorada de repente?

As coisas precisam se acalmar aqui dentro...

E não se esqueçam crianças: multiplicar é somar várias vezes.

Escrito direto da internet da sala uol.

Quero ouvir muito jazz esta noite. Alguém leva um vinho na minha casa e me faz companhia?

Mamãe, olha como eu não estou sofrendo...

quinta-feira, abril 10, 2003

Adoro esta música... a letra é meio infeliz, não percam seu tempo.

Ella Fitzgerald & Louis Armstrong - cheek to cheek

Heaven, I'm in heaven
And my heart beats so that I can hardly speak
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together dancing cheek to cheek
Heaven, I'm in heaven
And the cares that hung around me through the week
Seem to vanish like a gambler's lucky streak
When we're out together dancing (swinging) cheek to cheek
Oh I love to climb a mountain
And reach the highest peak
But it doesn't thrill (boot) me half as much
As dancing cheek to cheek
Oh I love to go out fishing
In a river or a creek
But I don't enjoy it half as much
As dancing cheek to cheek
(Come on and) Dance with me
I want my arm(s) about you
That (Those) charm(s) about you
Will carry me through...
(Right up) To heaven, I'm in heaven
And my heart beats so that I can hardly speak
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together dancing, out together dancing (swinging)
Out together dancing cheek to cheek

Não quero mais escrever aqui. Mas talvez eu escreva um post todo lamentoso em alguns instantes.